RECONQUISTA – DEPOIMENTO DE ALCOÓLICO ANÔNIMO – DIA 21 DE MARÇO

“A.A. ‘me devolveu’ tudo o que o álcool me roubou.”
Olá gostaria de ser chamado assim: Jonicc!
Bem, a minha vida no campo do alcoolismo foi um fiasco total. Comecei com pequenos goles aos 13 anos, uma maravilha! Um mundo de novas descobertas, mas como tudo tem seu preço, comigo foi diferente. O álcool me cobrou um preço muito alto; não tive como pagar, então ele me levou o que o dinheiro não compra:
– minha dignidade, o respeito, o caráter, enfim tudo que o ser humano tem de bom.
No principio os problemas são pequenos, o sofrimento e a tristeza vão e vêm; depois o problema aumenta. Passei a discutir com a família, com os colegas, deixei de dividir sentimentos e emoções. As preocupações se instalam: culpas, sofrimento e queixas psicossomáticas, insegurança e tensão; a morte ronda por perto; tudo é insano.
Aos poucos a revolta vem! Gritos, xingamentos, o desespero é total, a perda do interesse se instala. Negligenciei deveras.
Quem sofreu foi minha família. Confesso: – eu achava que sofria, mas hoje tenho convicção que fiz meus familiares sofrerem muito mais.
Não bebia muito nem pouco, mas bebi o suficiente para conhecer Alcoólicos Anônimos.
A única maneira de conhecer de perto o que estava acontecendo comigo foi visitando uma sala de A.A.
Lá descobri o que realmente eu era, o que eu queria que alguém tivesse me dito há muito tempo atrás: – um doente alcoólico! Não o que as pessoas me falavam: – um vagabundo, descarado, um cachaceiro irresponsável.
Eu só queria saber a verdade. Queria uma justificativa para aquela compulsão excessiva pelo álcool, um desejo louco, depois do 1ºgole não tinha mais freio; eu queria parar, mas não conseguia; uma força além da minha era maior; um ser incapacitado cheio de defeitos de caráter, orgulho e maldade; achava que era um ser perfeito, sempre apontando os defeitos que estavam nas pessoas, nunca em mim.
Agradeço a Alcoólicos Anônimos pela reconquista! Por ter-me devolvido tudo o que o álcool me roubou. Sei o significado de viver sem beber, viver apenas 24horas!
Agora entendo que A.A. não é para parar de beber e sim, para viver sem beber!
Infinitas 24horas de sobriedade e muita serenidade.
Jonicc/ Paulo Afonso/ BA
Vivência nº109 – Set./Out. 2007.
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Sobre mundosofismo

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17 respostas para RECONQUISTA – DEPOIMENTO DE ALCOÓLICO ANÔNIMO – DIA 21 DE MARÇO

  1. Para não usar minhas próprias palavras, cito abaixo o depoimento de um ex-membro de Alcoólicos Anônimos, que publiquei em meu blogue (www.greda-luizalbertobahia.blogspot.com).
    Declaração de um ex-membro do A.A.

    Primeiramente, gostaria de dizer que sou um ex-membro de Alcoólicos Anônimos. Em segundo lugar, gostaria de agradecer ao Sr. Luiz Alberto Bahia pelo excelente trabalho empreendido na elaboração do livro “O Mito da Doença Espiritual na Dependência de Álcool (Desmistificando Bill Wilson e Alcoólicos Anônimos)”, o qual adquiri recentemente, podendo constatar que se trata de um trabalho eticamente responsável e de caráter estritamente científico, o que me leva a manifestar meu respeito e admiração por tal obra. Meu primeiro contato com seu trabalho deu-se através de uma pesquisa realizada na internet em busca de posições (positivas ou negativas) de pessoas externas ao AA em relação ao mesmo. Dado que gosto de ler, além das matérias postadas nos blogs e sites, os comentários que os leitores tecem a respeito delas, ao ler uma matéria contendo críticas negativas sobre AA pude deparar-me com uma enxurrada de comentários depreciativos sobre a mesma (tais comentários, claro, provinham claramente de membros ou simpatizantes de AA), e dentre todos eles, alguns comentários do Sr Luiz Alberto, o qual era, inclusive, citado na matéria. Estes últimos, confesso, me chamaram a atenção por se apresentarem de maneira um tanto diferente dos comentários dos AAs, demagogos e desorientados, ainda que alguns tentassem desbaratar esse fato se utilizando de elementos que, talvez creiam eles, viessem realmente a conferir-lhes uma fachada de autenticidade.
    O motivo de eu estar enviando esse texto ao blog consiste em compartilhar, de maneira honesta e sem demagogia alguma, alguns aspectos presenciados por mim durante o extenso período em que fui membro dessa entidade, os quais, longe de encontrarem aquiescência no repertório romanesco e contraditório de AA, conferem autenticidade à abordagem do Sr Luiz Alberto sobre vários pontos referentes a Alcoólicos Anônimos. Creio não ser necessário esboçar aqui a minha trajetória no alcoolismo e na drogadicção de forma a autenticar a minha procura por um método de recuperação, a qual resultou no meu ingresso em AA. Tampouco tornarei este texto uma narrativa sobre a minha estada ali. Minha intenção é apenas destacar minha opinião, como ex-membro dessa entidade, a respeito de algumas características pertinentes à mesma, desmantelar alguns comentários tecidos contra a crítica feita ao AA e o de fazer com que as pessoas de fora não venham a julgar a obra do Sr. Luiz Alberto como produto de uma charlatanice ressentida contra Alcoólicos Anônimos.
    Primeiro, para quem conhece o AA através de um olhar crítico, seria “chover no molhado” dizer que a programação do mesmo é dogmática. Costuma-se dizer que o que existe em AA são “sugestões” que o membro pode ou não tomar para si em seu propósito de parar de beber (os 12 passos são anunciados como tais).* (1ª Nota do blogue – ao final do texto) Porém, constatei que os grupos são permeados por um clima de medo e tensão, já que qualquer indivíduo que se mostre discordante de uma ou outra “sugestão” passa a ser perseguido por alguns membros, dentre esses, vários dos “mais velhos”, os quais, quando do seu depoimento em sala, começam a dirigir “indiretas” ao membro discordante, humilhando-o perante os outros (e afirmo, sem exagero, que tornam isso motivo de diversão entre eles e os demais membros, além de fazerem com que estes últimos passem a reproduzir tal comportamento). Ainda assim, garantem que essa atitude tem como meta apenas ajudar o sujeito, de maneira a salvá-lo de seu próprio orgulho, já que este, segundo o AA, é um dos principais motivos das recaídas dos alcoólatras em recuperação. Dessa maneira, é natural você observar, em uma sala de AA, pessoas com semblante pesado se autoflagelando em seus depoimentos ou chafurdando na demagogia, repetindo os bordões do programa e demonstrando submissão ao discurso desses membros mais antigos.
    Em relação à democracia dentro de AA, isso é mais um mito, já que as decisões não são exatamente “tomadas em conjunto”, pois terminam sempre manipuladas pela ação de uma hierarquia constituída por membros que já estão há um bom tempo em AA. Essa hierarquia disfarça-se somente ante o olhar ignorante da maioria dos membros, os quais, ao acatarem o dogmatismo reinante em AA sob a condição de “pecadores”, terminam por ofuscar de uma vez por todas seu espírito crítico, já que ali existe o princípio de “aceitação”. Em AA, o membro deve abandonar o olhar crítico e aceitar tudo o que acontece com amor e resignação, pois tudo o que acontece é, segundo o coro fascista, a “vontade de Deus”. Claro que a difusão deste pensamento encontra-se vinculada ao propósito de levar o indivíduo a nada questionar, incluindo aqui as manipulações e intrigas dos “mais velhos” e o próprio programa de AA, o qual lhe fornece um deus com características forjadas por Bill W., o que contradiz o “Deus, na forma em que o concebíamos” grafado pelo punho do próprio fundador na anunciação Terceiro Passo do programa. Aliás, percebe-se que, em AA, muitos membros, ao voltarem-se de maneira fanática para o programa, afastam-se tanto da sociedade e de assuntos pertinentes a mesma, que acabam se tornando um tanto paranóicos, enxergando em qualquer situação uma “armadilha” para beber. E isso se observa em muitos depoimentos, onde as pessoas de fora são taxadas de “insanas”, diferentemente dos AAs, que são “pessoas engajadas em um progresso espiritual”. Essa postura etnocêntrica chega ao seu ápice quando a programação de AA é exaltada ao ponto de ser indicada como ponta-de-lança na evolução da humanidade, pois já presenciei membros antigos e reverenciados dentro de AA, em suas palestras, afirmarem categoricamente que os 12 passos deveriam ser ensinados nas escolas. Um verdadeiro absurdo! E eis outra contradição, já que em AA se prega o lema do “viva e deixe viver”, o qual encontra-se afixado na parede de muitos grupos e é tópico de um dos seus livros.
    Abordando um pouco mais o caráter dogmático, existe sim, dentro de AA, um movimento de coação à crença em um Poder Superior. Esse papo de que esse Poder Superior pode ser concebido como isso ou aquilo é uma mera estratégia dentro dos grupos para encaminhar, gradativamente, a pessoa à crença em uma divindade. E isso não se dá somente por parte dos membros, estando esse método de coação implícito na própria literatura de AA, o que implica em intolerância aos agnósticos e ateus. O Sr Luiz Alberto discorre sobre esse tópico de maneira detalhada e sensata, principalmente quando questiona o Segundo Passo. De minha parte, posso dizer que, se ele indignou-se com as linhas do Segundo Passo, provavelmente seria acometido por um infarto caso apenas folheasse a mais nova “pérola” da literatura de AA, chamada “Despertar Espiritual – Viagens do Espírito”. Este livro, com certeza, veio para fixar-se como o principal manual de conversão dos ateus e agnósticos em AA. É também digno de nota que Bill W., constantemente, adverte que, sem a dependência de um deus ou dos princípios de AA, “fatalmente morreremos”. E isso se reflete no discurso incrustado nos grupos de AA, os quais amaldiçoam com uma bela recaída aquele que abandonar os grupos e o programa.
    Outro ponto negativo que pude constatar nessa entidade, são as brigas e as intrigas. Estão sempre presentes, principalmente entre os membros que possuem cargos e devidas a questões de personalismo, e também por já terem se tornado características marcantes da entidade. Em alguns casos, membros chegam mesmo a agredirem-se, mas, na maioria das vezes, a coisa fica só no bate-boca. Posteriormente, são levados a fazerem as pazes (de fachada) para manter as aparências, de maneira a contribuírem com o estigma (muito presente em AA) do “bate e assopra”, o qual, afirmam, é saudável para o “crescimento” dos membros. Até onde pude perceber, acontece justamente o contrário. Antes desse comportamento contribuir para um amadurecimento, só reproduz a violência latente em alguns membros. E costumam também “sacralizar” os grupos, de modo que, se um membro descontenta-se com o grupo e o abandona, a culpa recai, não no ambiente hostil, permeado pela fofoca, fanatismo, intriga e brigas, mas no próprio sujeito e em sua “falta de serenidade” para permanecer em recuperação no grupo e aceitar os outros como eles são. Alguns membros e simpatizantes de AA podem até torcer o nariz para as críticas feitas a essa instituição e tentar rebatê-las através de argumentos românticos e demagogos, porém, nada fazem além de mostrarem-se dogmáticos e resistentes à mudanças que venham a contribuir com melhoras em Alcoólicos Anônimos, pois se não o sabem, o índice de grupos de AA no Brasil tem caído muito, embora ainda, nos grupos, se esconda os verdadeiros motivos disso alegando outros que nada têm nada a ver com tal situação. E olha que, em AA, costuma-se dizer que as críticas negativas devem ser levadas em consideração, já que são benéficas à evolução da irmandade. É contradição atrás de contradição. E por falar nisso, costuma-se dizer que o AA não se envolve com nenhuma religião, mas vez ou outra você encontrará, em material de AA, alusões a elementos judaico-cristãos. Chegam mesmo a dizer que os 12 passos foram retirados da Bíblia. Há, inclusive, um livreto que termina com a Oração de São Francisco. Concordo que o AA contribuiu para que muitas pessoas largassem a bebida (embora poderia ter contribuído mais), mas antes de torná-las abstêmias e verdadeiramente engajadas em um crescimento, destinou-as ao conforto da ignorância, o qual denominam “aceitação da vontade de Deus”, a qual remete à aceitação do programa do AA sem contestação alguma. Sem contar que, como afirma o Sr Luiz Alberto, repeliu tantos outros de volta ao álcool por seu caráter antiquado, “engessador”. Mas estes, claro, o fizeram pelo fato de serem, como afirma o fundador do programa, “rebeldes e beligerantes.”
    Do mais, digo aqui que fui um membro de AA durante vários anos (e o era ainda há pouco) e que minhas colocações não se baseiam na convivência com apenas um grupo, mas com vários. Não sou nenhum exemplo de ser humano, exceto aquele ser humano mais comum possível, dotado de qualidades e falhas, e de forma alguma deixarei de dizer que conheci pessoas notáveis através de AA e que sou grato, apesar de tudo, por me mostrarem que sou portador de uma doença, não sendo capaz de conciliar álcool e equilíbrio. Conheci boas pessoas, simples e humildes que, assim como eu, sofreram sob o açoite do álcool e de outras drogas e que, felizmente, tiveram o ímpeto de procurar um meio de recuperar-se. Trocamos muitas experiências, baseadas em tristezas e alegrias, aprimoramos o nosso conhecimento sobre ajuda mútua devido a isso e, o melhor de tudo, contemplamos juntos a alegria de não incorrer no uso a cada dia de nossas vidas. Tais pessoas são o que de melhor me aconteceu em AA, e foram essas mesmas pessoas que me motivaram a permanecer em um grupo, sufocando dia-a-dia as minhas insatisfações com a programação de AA e com o clima pesado, atuando como servidor de maneira a ajudar a manter as portas do grupo aberta para ali nos reunirmos, não como fanáticos religiosos, mas como aquele grupo de bons amigos de qualquer canto do mundo. Não serei eu o porta-voz de tais pessoas de modo a dizer aqui se elas estavam ou não satisfeitas com tal método de recuperação, mas posso afirmar que elas não partilhavam do fanatismo da maioria. Tanto que, em um dado momento, desenvolvemos uma proposta de dar uma nova cara ao grupo, desvinculá-lo do fanatismo, da repressão infligida pelos membros conservadores e fornecer um ambiente mais democrático, descontraído e tolerante às pessoas, de forma que essas não tivessem que permanecer “dopadas” no grupo, se chicoteando em seus depoimentos e reproduzindo a todo instante os bordões do programa e o discurso dos membros mais antigos. Por um tempo, tentamos caminhar rumo a esse propósito, mas as pressões exteriores, aproveitando-se dos membros mais fanáticos e, portanto, suscetíveis à manipulação através do programa ou de qualquer discurso que se colocasse como parte dele, terminou por criar dissidências dentro do próprio grupo, o que levou nossos planos por terra e à desvinculação dos membros que, assim como eu, já se mostravam descontentes com o AA, mas que ainda tinham a esperança de poder mudar algo, ou seja, adaptar um grupo às pessoas que tinham necessidades diferentes dos membros mais ortodoxos. Hoje, percebemos que incorremos em um grande erro, embora nossas intenções fossem as melhores.
    Para concluir, gostaria de afirmar aqui, sem nenhuma sombra de dúvida e baseando-me em minha experiência com essa entidade, que não há como contribuir com avanços em Alcoólicos Anônimos. Fazer isso significaria fazer alterações no próprio programa (ou mesmo desvincular-se dele), porém, este foi há muito sacralizado e encontra-se sob a proteção de fanáticos que o defendem e o impõem através do medo e de manipulações bem-articuladas (recorrendo mesmo à chantagem). Poderia até fazer uma espécie de mea culpa aqui dizendo que, ao tentarmos mudar a rotina de um grupo de Alcoólicos Anônimos, terminamos por praticar a violação dos direitos que essa entidade tem de fixar seus princípios aos grupos que lhe são filiados.** (2ª nota do blogue – abaixo) Porém, acrescento que, se o fizemos, foi por que acreditarmos na validade da não-obrigação, implícita em AA. E confesso também que, ao escrever este texto, senti-me vez ou outra tomado por aquele mesmo sentimento que sempre me acompanhou quando dos meus depoimentos em salas de AA: o medo de estar contrariando verdades divinas em função do meu arrogante senso crítico.

    Um grande abraço a todos.

    * Nota do blogue: Na revista Vivência (editada por A.A.) de nº 112, à página 54 se lê que “os Passos são sugeridos como se sugere a alguém que vai saltar de pára-quedas (sic) que puxe a cordinha”.
    Então é obrigatório, e não sugerido como sofismam. É dissimulação. E isso é uma característica de Bill Wilson e A.A: querer que os outros vejam o autoritarismo como democracia.

    ** Outra nota do blogue: A meu ver, o que o depoente prega com estas palavras, é a volta do A.A. às suas origens. A adequação às necessidades dos dependentes de álcool é também uma recomendação do próprio Bill, o fundador da irmandade. No primeiro caso, o A.A. só foi possível porque o Bill seguiu o conselho do Dr. Silkworth, e isto é até um paradoxo: Bill não conseguiu um único seguidor sequer em seis meses para fundar o A.A. nos moldes como a entidade é hoje, e então o visionário médico disse a Bill, que ele só estava conseguindo fracassos porque estava pregando aos alcoólicos, e acrescentou com a seguinte frase: “e depois fica falando sobre sua misteriosa experiência espiritual.” Por que não falar sobre a doença do alcoolismo? Por que não falar aos alcoólicos sobre a doença que os condenava a ficarem loucos ou morrer, se continuassem a beber? Vindo de outro alcoólico, um alcoólico falando com outro, (está aqui o modelo de ajuda mútua pensado pelo visionário médico [1] talvez aquilo quebrassem aqueles egos.” (Levar Adiante p. 143). Deixando as pregações e a farsa da mal explicada experiência espiritual de lado, logo Bill arrebanhou vários seguidores e conseguiu fundar A.A., só que depois de consolidada a irmandade, Bill voltou a pregação religiosa e a falsear que viu Deus e “o grande além” novamente. Ele tinha motivos para isso, e o conseguiu: Um carro cadillac uma boa casa e uma excelente renda (inclusive para gastar com suas incontáveis amantes) para o resto da vida, escrevendo livros dogmáticos para um grupo sedento por crenças inverossímeis.
    No segundo caso, sobre a recomendação de Bill, que era “Tudo o que possa ajudar os alcoólicos é bom e não deve ser descartado. Era preciso explorar técnicas que ajudassem homens e mulheres, que não se adaptassem a A.A. ou a um outro caminho a se recuperar.” (Levar Adiante, p. 405) Ele disse isso quando quis induzir os membros do A.A. a fazer como ele, a de usar LSD, sob o argumento assim comentado em sua biografia “teve uma experiência completamente espiritual, tal como havia sido sua experiência inicial”. Esta segunda experiência, dita espiritual, conseguida através da LSD, a nosso ver é tão falsa como a primeira, que foi movida por Meimendro, Beladona e/ou delirium tremens, ou em outras palavras, alucinação por drogas. Por estes motivos achamos que não cabe o sentimento de culpa do declarante anônimo, mesmo porque, sou movido pelo mesmo sentimento, já que A.A. não aceitou nossos alertas, de mesmo cunho. É preciso que uma nova ordem seja estabelecida, para evitar que tantas vidas se esvaem pelas sarjetas. Sendo que a maioria delas devido a estigmatização provocada pelo Programa dos “Doze Passos”, que é discriminatório, porque taxa os dependentes de álcool como pecadores, e que a dependência é provocada pelos defeitos de caráter do doente. Programa este extemporâneo, sectário e escravizante. O Adicto (escravo em Latim) precisa é de se libertar verdadeiramente e definitivamente.

  2. Nada me faz compreender melhor que só um alcoólatra compreende mesmo ao outro .Nocaso aqui é fácil perceber que uns se acham alcoólatra mas não são e desse fato também veio a se formar o N A pois seu fundador se achou incompatível psicológicamente e racionalmente com o nosso Programa de recuperação dos 12 Passos e se foi.Nada contra. Foi e talvez fez melhor e é isso que se pede dos que tentam demolir a figura humanitária de Bill W. e esta obra de amplitude divina em todos os continentes.Achou pouco pro seu gosto vai e faz uma melhor. Certo? Para emissário das Elites debochadas é fácil lançar ofensiva e pixar trajetórias .Vai faz melhor .

  3. Luiz Alberto Bahia disse:

    O senhor José Fernandes mostra estar bem afinado com a filosofia de A.A., quando faz a diferença entre os dependentes adeptos da irmandade, e os demais dependentes, não afiliados. Reflete o totalitarismo de Bill Wilson, fundador da seita, que considerava apenas os que seguiam sua cartilha, discriminando todos os outros. Mostram-se como donos da verdade e são extremamente intolerantes com os que pensam diferente deles. A figura de Bill Wilson, em vez de humanitária, como sugere o sr. José, era bem diferente, conforme nossos achados e o dos jornalistas Álvaro Opperman da revis Superinteressante e do consagrado jornalista Luiz Edmundo Souza, residente nos EUA. Nos achados destes jornalistas, na verdade Bill Wilson foi um megalomaníaco e impostor, que se apresentava como um enviado de Deus para uma missão terrena. Em meu livro “O mito da doença espiritual na dependência de álcool (Desmistificando Bill Wilson e Alcoólicos Anônimos)”, relatamos parte da personalidade de Bill Wilson, segundo os achados que Edmundo listou sobre ele:

    – Conteúdo: Capacidade e habilidades Messiânicas.
    – Explicação do Paciente: um “escolhido”, renascido, recompensa especial por suas realizações.
    – Expectativa do Paciente: Pregações, sessões de ajuda e de curas.
    A descrição de ilusões de grandeza se encaixa perfeitamente em BW:
    – Ele esperava admiração futura e seu reconhecimento como líder da humanidade.
    Ele nem esperou pelo futuro, pois saiu megalomaníaco em pregações durante
    anos, quebrando sua condição de anônimo, se promovendo e colocando sua foto
    nos jornais. Ele inclusive depôs no Congresso, declarando-se como o líder e cofundador
    do A.A. Para ele, “anônimo” significava que todos os demais abriam mão de
    qualquer mérito pelo que conseguiam.
    – Ele se fez o líder de um culto religioso.
    – Tinha complexos Messiânicos.
    – Sentia-se e se declarava como um escolhido de Deus para uma missão especial – a
    de salvar todos os alcoólatras do mundo.
    – Tornou um pregador fanático e começou a organizar igrejas domésticas, assim que
    “virou” sob os efeitos da beladona e “viu Deus”.
    – Achava que tinha descoberto uma nova e original cura para o alcoolismo: a religião.
    – Acreditava que tinha um relacionamento especial com Deus.
    – Tinha ideias infladas a respeito de sua própria grandeza e importância.
    À parte suas alucinações, o comportamento de BW não parecia estranho ou bizarro.
    – desde que não se falasse em alcoolismo, Deus, religião, ou o lugar de Bill Wilson
    no Universo – porque aí dava para se perceber que ele era um lunático total.
    Houve quem o diagnosticasse como portador de síndrome bipolar, ou um maníaco-
    -depressivo. Outra avaliação o dava como portador de um desvio narcisístico da
    Personalidade, por meio do qual BW também figurou como um Caso num livro
    didático, com as seguintes características:
    – Desvio de Personalidade Narcisista
    Critérios para Diagnose – padrão dominante de grandiosidade (em fantasia
    ou no comportamento), necessidade de se sentir admirado, falta de empatia, com
    início no começo da idade adulta e presente em diversos contextos, com pelo menos
    cinco dos seguintes sintomas:
    – Um sentido aumentado de autoimportância (por exemplo, a pessoa exagera
    suas realizações e talentos, espera reconhecimento como um superior, sem as realizações que o justifiquem).
    – Preocupa-se em fantasias de sucesso ilimitado, poder, brilhantismo, beleza
    ou amor ideal.
    – A pessoa se acredita ser especial e única, podendo somente ser compreendida,
    aceita e associada a outra pessoa ou instituições igualmente grandiosas.
    – Requer constante e excessiva admiração.
    – Possui um senso de “ter o direito”, ou seja, uma expectativa anormal de receber
    tratamento especial e diferenciado, ou cumprimento automático de suas expectativas
    e desejos.
    – Tende a explorar as pessoas, com a finalidade de realizar seus objetivos.
    – Falta-lhe empatia, ou seja, é incapaz de se identificar com ou reconhecer os
    sentimentos e necessidades das outras pessoas.
    – Frequentemente tem inveja de outros ou acredita ser o objeto de inveja de
    outras pessoas.
    – Demonstra arrogância, com atitudes e comportamentos insolentes.
    Características Associadas:
    – Vulnerabilidade de auto-estima e sensibilidade. Tendem a se magoar facilmente
    mediante críticas ou derrotas.
    – Dificuldades no relacionamento interpessoal, devido a problemas relacionados
    a “direitos”, necessidade de reconhecimento e o relativo desprezo pelo sentimento
    alheio.
    – Apesar de uma impelente ambição e autoconfiança, que podem levar a grandes
    realizações, o nível de desempenho pode ser interrompido bruscamente pela
    intolerância a críticas e derrotas.
    – As funções vocacionais podem ser baixas, refletindo a falta de disposição
    para assumir riscos em situações de competição, onde uma derrota é possível.
    Aqui os autores124 fazem nova observação: Novamente, as descrições acima
    se encaixam perfeitamente na personalidade de Bill Wilson, parecendo que foram
    escritas sobre ele. E prosseguem:
    Bill tinha um senso de grandiosidade e exagerada auto-importância (superestima),
    sempre exagerou suas realizações e talentos, esperando ser reconhecido
    como superior, sem as correspondentes realizações. Frequentemente se enaltecia e
    promovia sua própria lenda.
    Bill se preocupava com fantasias de sucesso, poder e brilho ilimitado, beleza
    e amor ideal, como os Grupos de Oxford, que pregavam absoluta pureza, absoluta
    honestidade, absoluto amor, e absoluto desprendimento.
    Ele gostava de imaginar que estava lançando um movimento que alcançaria o
    mundo inteiro e salvaria todos os alcoólatras. Dizia que o A.A. era o “milagre do século”, “provavelmente o maior acontecimento médico e espiritual de todos os tempos”.

    Verdade seja dita, A.A. só serviu para enriquecer Bill Wilson e sua herdeira, que por sua vez também deixou para terceiros esta herança. Bill Wilson, que faturou alto à custa da irmandade e dos irmãos, quase todos, miseráveis que chegaram ao fundo do poço, ou então vejamos: Logo depois que fundou a irmandade, Bill Wilson que estava desempregado, e ainda retirou sua esposa Lois do emprego dela, de cara comprou uma bela casa e um automóvel Cadilac novinho em folhas. É bom dizer ainda que A.A. serviu de cabide de emprego para suas amantes (uma das quais ele trata na biografia dele como “Tortinha de açúcar), e algumas delas, receberam polpudas quantias em dinheiro também. Saiba que o livro Alcoólicos Anonimos, um dos que rende os mencionados royalties, foi conseguido por Bill Wilson mediante fraude. O fundador de A.A. se apropriou das ações da detentora dos direitos sobre a obra (Works Publishing), de forma fraudulenta, como poderá ser constatado à página 280, do livro/biografia (autorizada) de Bill, Levar Adiante, de propriedade de A.A., que só não citarei aqui por ser ela muito extensa. Saiba mais que o referido livro no original em inglês se chamava Big Book, que traduzido literalmente é “livro grande”, e sabe por que se chama assim? Então vejamos o que está escrito na página 324, do acima mencionado livro, Levar Adiante: “Decidiu-se finalmente (o preço do livro) que seria de 3,5 dólares, bastante ‘salgado’ para 1939. Para compensar esse preço, foi escolhido o papel mais encorpado que havia na gráfica de Blackwell. ‘A edição original acabou resultando tão volumosa que ficou conhecida com (sic) ‘Livro Grande’, recordou Bill. ‘É claro que a ideia era convencer o comprador alcoólico de que ele estava recebendo algo que valia seu dinheiro!’ A espessura da primeira edição era quase dois centímetros maior do que a atual edição – embora esta última tenha 14 histórias a mais, além de outros materiais adicionas.” Nossa observação: a estratégica de Bill é enganar repugnantemente o comprador, nunca para manter esta ou aquela tradição. Volto a dizer que esta citação está escrita na biografia de Bill, não se trata de uma afirmação de quem quer denegrir a imagem de Bill e do A.A. E assim, como esta constatação, a quase totalidade de meus achados, foram extraído da própria literatura de A.A., que se lida detidamente, revela a real face de Bill Wilson e sua irmandade. Toda verdade sobre o A.A. está escrito na própria literatura da irmandade (que muitos incautos compraram enganosamente), basta deixar a paixão de lado e lê-la com olhos realistas, não com fanatismo.
    Assim meu caro, Bill não é lá essa figura humanitária que você quewr passar aos leitores deste blogue. As fabulosas rendas proporcionadas pelo A.A. serviu para Bill praticar suas orgias e esbanjar dinheiro como um perdulário. A riqueza veio com a vanda de literatura obsoleta e doutrinária, mais a venda de 86 artigos (muitas bugigangas) que são empurradas aos membros e a quem se dispuser a pagar por elas, e pelas “doações espontâneas” dos “convertidos” como você. Até as famosas fichas são vendidas aos grupos – que servem para contar quanto tempo o membro está abstêmio – embora o A.A. diga que lá não se conta esse tempo; veja então quem é a “própria contradição”, de que me acusa.
    Sabia que Bill Wilson nunca fez os 12 Passos? E que foi muito cobrado por isso? – Ele teorizou estes dogmas apenas para fazer lavagem cerebral nos incautos, a única serventia que eles tem. Se você quer ficar aprisionado a doutrina sectária de A.A., completamente extemporânea, já preconceituosa e arcaica quando foi criada nos meados de 1935, tudo bem, mas querer induzir os outros a embarcar nesta, é inaceitável. Liberte-se deste escravizante e pseudo programa de recuperação e procure pelo que realmente faz sentido, melhorando sua autoestima e procurando te conhecer melhor. Em vez de ficar procurando defeitos de caráter e pecados em você, procure suas virtudes e potencialidades e viva a vida mais feliz.
    Só porque os outros acharam caminhos diversos do seu, o sr. mostra-se intolerante e desafiador. Estamos fazendo melhor sim, pois encontramos caminhos que nos libertaram das escravidões (inclusive de sistemas doutrinários), e estamos ajudando outros a fazerem o mesmo, sem cobrar nada, inclusive não vendendo literaturas obsoletas e/ou bugigangas.

    • Elzani disse:

      Realmente dá para entender o cunho fundamentalista de AA que o sr. Bahia mostra, veja bem quando o sr. Siqueira diz que “só um alcoólatra compreende o outro e que uns se acham alcóolatra mas não são”, ele transmite claramente que não vê o alcoolismo como uma doença, pois se visse a coisa como doença não haveria diferença entre um e outro. Esse se achar ou não alcoólatra, já não é doença é ideologia, e pelo que diz os AAs, eles se acham diferentes (superiores e especiais) dos outros, que seriam meros bebuns. Se AA tem fundamentos que os fazem se distinguir dos outros, cabe exatamente dentro dos dogmas religiosos de um segmento, conforma atesta o pai da sociologia, Max Weber:
      – Têm um sistema de crenças em comum,
      – mantêm um nível elevado de coesão social,
      – são tremendamente influenciados pelas normas comportamentais do grupo e
      – atribuem ao grupo ou a sua liderança um poder carismático (ou as vezes divino).
      Então como é que não se acham um grupo religioso?

      • Lourival Ribeiro Costa Junior disse:

        Nem Jesus Cristo agradou a todos… imagina se Bill e Bob iriam agradar…Só por hoje o programa dos doze passos me resgatou…

      • Que falta de originalidade, hein? Diante de tantas evid|ências, demonstrações e vocêe vem com este velho e manjado jargão, que em absoluto não se aplica aqui. Só por hoje a cartilha dogmática te salvou, mas enterrou uma multidão. Para cada um que ele serve, enterra quantos? Você tem ideia?

  4. Armando Viana disse:

    Alcoolismo doença que todos esconde! A diferença entre um alcoólatra parado e outro bebendo é que o parado em AA tem com quem compartilhar seus erros e acertos! O Poder Superior de AA não tem nada a ver com religião cada um usa aquilo que lhe traz mais espiritualidade, pode ser Deus, Maomé, Buda, Jesus, José, Genésio ou o Grupo as cadeiras do grupo ou aquilo que lhe fez parar, não interessa o importante não é em quem ele vai crer e sim no que ele escolher que estara acima dele para lhe libertar do alcoolismo! E quem já assistiu uma reunião de AA sabe que nada ou ninguem dentro de um Grupo de AA tem mais valor que o visitante pois o unico proposito primordial em AA é manter-se sobrio e transmitir a mensagem ao alcoolatra que ainda sofre!

    Um forte abraço!

  5. admin disse:

    Belíssimo depoimento. Nós, de A.A., só vamos descobrir o que realmente ocorre conosco dentro de uma reunião, pois até aí, somos apenas inúteis, cachaceiros, vagabundos, etc.
    A.A. tem me devolvido a sanidade a cada 24 hs.

    Desejo para todos (A.A. ou não) o mesmo que quero para mim. Serenidade, sobriedade e paz. Pelo menos durante as próximas 24 hs.

  6. Plínio Binda disse:

    Olha, discordar de comportamentos dentro de Alcoólicos Anônimos é até normal, preocupar-se com o esvaziamento das reuniões é louvável. Agora, convenhamos depreciar a obra de AA e seu programa, me perdoem, mas é de uma insanidade absurda! À todos, muita Paz e Serenidade e aos meus irmãos de doença, mais 24hs.

  7. paulo roberto gomes disse:

    so quem sofreu ou sofre, nas garras deste vicio sabe, da maldiçao do alcool;

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  9. Eduardo Perdigão disse:

    É DE GRANDE ADMIRAÇÃO A ATITUDE DEMONÍACA DA PESSOA DO Sr. LUIS BAHIA. ELE TENTA DEPRECIAR UMA OBRA QUE SALVA DA RUÍNA FAMÍLIAS.
    ELE TENTOU MEXER NUMA OBRA QUE NÃO PODE SER MEXIDA. FOI POR CAUSA DE PESSOAS ASSIM QUE FOI ESCRITA AS 12 TRADIÇÕES. EU SÓ POSSO LHE CONSIDERAR UM DEMENTE. AFUNDADO NUM RESSENTIMENTO POR NÃO TER CONSEGUIDO MEXER NO PROGRAMA DE AA.
    Sr. LUIS BAHIA VC NÃO, INFELIZMENTE, COMPREENDEU A RECUPERAÇÃO EM AA.
    VC E O AUTOR DO LIVRO QUE VC SE APÓIA SÃO DUAS CRIANÇAS BRINCANDO NO TRANSITO DA VIDA.
    É CÔMICO O QUE VOCES ESCREVERAM.

    • Sr. Eduardo,

      Pessoas incapazes de raciocinar adequadamente (analfabetos funcionais), fanatizados e mesmo outros possuidores de transtornos mentais diversos, que não entenderam meu trabalho, estritamente científico, chegaram a me atacar verbalmente, usando palavras ofensivas e quase sempre de forma leviana, mas nenhum deles chegou a tanto, me chamando de demônio, como o senhor. De onde vem tanto ódio e belicosidade? Aprendeu a ser assim com a Prece da Serenidade, com os 12 Passos, com as 12 Tradições e com o que mais?
      Só mesmo uma pessoa incapaz de compreender a mais simples exposição consegue enxergar em meu texto que eu “tentei mexer numa (sic) obra que não pode ser mexida” e me ver como “um demente, afundado num (sic) ressentimento” e ainda de entender que eu “não consegui mexer no programa de AA. (sic). Ao contrário do senhor que me vê como um demônio, eu vejo o senhor como uma pessoa angélica, que com suas palavras repletas de rancor injustificado, veem me dizer que tenho que relevar atos insanos, ser tolerante com pessoas imponderadas e compreensivo com quem não as tem. O sr. Eduardo é a prova do que o A.A. não funciona, pois se fosse um método eficiente ele não estaria tão necessitado de ajuda.

      Procure ajuda especializada, quem sabe ainda haja tempo de se recuperar.

      Abraço,

      Luiz Alberto

      http://www.greda-luizalbertobahia.blogspot.com

  10. Jessica Fernandes disse:

    Achei lindo o depoimento….Minha mãe tem problema com álcool eu moro longe dela mais toda vida que ligo pra saber se está bem meus irmãos ela so ouço falar que ela ta embriagada sofro so de pensa! Meus irmãos e os que mais sofrem com tudo isso tenho uma irmã de 18 anos e tem dois irmãos um de 11 e o outro de14 sou mãe hoje em dia e sofro em sabe que meus irmãos dorme sem comer sem toma banho …não sei oque faze mais.

  11. Carlão disse:

    Eu só acho que sr Roberto Bahia, tao conhecedor
    Deveria colocar em pratica o que ele pede pro colega
    O que eu quero em AA e ser membro de AA e não um santo
    E tentar fazer a programação procurando achar e corrigir os meus erros
    E não os erros dos outros porque os meus eu posso corrigir
    serenidade coragem sabedoria

  12. Marcos Manoel de oliveira disse:

    Obrigado companheiro pelo seu depoimento, muito me ajudou.

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