Poderão ser presos 16 vereadores de Natal acusados de receber dinheiro de empresários da construção civil para aprovar o Plano Diretor da cidade

Poderão ser presos 16 vereadores de Natal acusados de receber dinheiro de empresários da construção civil para aprovar o Plano Diretor da cidade

Processados pelo Ministério Público Estadual por corrupção passiva e lavagem de dinheiro durante a votação do Plano Diretor de Natal, em 2007, os vereadores teriam recebido dinheiro dos empreiteiros da construção civil. Dos 21 acusados, apenas 16 foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte por envolvimento com o esquema de corrupção montado na Câmara Municipal. O empresário Ricardo Abreu recebeu uma pena de 6  anos e 8 meses para cumprir em regime semiaberto, além de uma multa de  R$ 466.500. O vereador Dickson Nasser (PSB) e o ex-vereador Emilson Medeiros foram condenados a 7 anos e 9 meses, mais uma multa de R$ 93.300, enquanto seus colegas Júlio Protásio (PSB), Francisco de Assis (PSB), Adenúbio Melo (PSB), Adão Eridan (PR) e Aquino Neto (PV) poderão perder o mandato e ainda cumprir 6 anos de prisão como chefes do esquema de propinas. Todos eles irão recorrer das sentenças proferidas pelo juiz Raimundo Carlyle, da 4ª Vara Criminal de Natal.

Processados pelo Ministério Público Estadual por corrupção passiva e lavagem de dinheiro durante a votação do Plano Diretor de Natal, em 2007, os vereadores teriam recebido dinheiro dos empreiteiros da construção civil. Dos 21 acusados, apenas 16 foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte por envolvimento com o esquema de corrupção montado na Câmara Municipal. O empresário Ricardo Abreu recebeu uma pena de 6  anos e 8 meses para cumprir em regime semiaberto, além de uma multa de  R$ 466.500. O vereador Dickson Nasser (PSB) e o ex-vereador Emilson Medeiros foram condenados a 7 anos e 9 meses, mais uma multa de R$ 93.300, enquanto seus colegas Júlio Protásio (PSB), Francisco de Assis (PSB), Adenúbio Melo (PSB), Adão Eridan (PR) e Aquino Neto (PV) poderão perder o mandato e ainda cumprir 6 anos de prisão como chefes do esquema de propinas. Todos eles irão recorrer das sentenças proferidas pelo juiz Raimundo Carlyle, da 4ª Vara Criminal de Natal.


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